Santa Senhora das águas escondidas, aos pés de Jesus Cristo, rogai por nós.
Que ao filtrar as águas de nosso Planeta resgate, terna Senhora, acomoda-as em lençóis subterrâneos e trazê-as de volta à superfície leve e cristalina, líquido divino, bendito do Senhor, indispensável a todos os tipos de vida terrestre, demonstrando não só um amor imensurável por todos os seres, mas imantando-nos com sua sabedoria infinita.
Santa Senhora, dona de pântanos e brejos, início da existência, concede-nos, querida vovó, a transformação de nossas dores físicas e espirituais; a cura dos males que destroem a humanidade; a cura do vício que degrada o homem; a cura do desamor que extingui a paz.
Faça brotar em cada um de nós, querida Nanã, a fonte viva da fé em Jesus e, assim, ao bebermos dessa verdadeira água, possamos libertar-nos, aprender a perdoar e perdoando sermos perdoados e, na marcha da evolução rumo à transformação, alcançar a verdadeira vida, a vida eterna!
Que assim seja!
“Iansã, mãe e senhora dos ventos e tempestades, das horas aflitas e das almas perdidas.
Dona de todas as direções.
Operosa divindade em prol dos desígnios dos filhos de caídos sem norte e vontade.
Piedade para nós, criaturas que vivemos, à beira das tentações, dos abismos, alheios ao amor do pai Olorum.
Mãe, empresta-nos tua decisão e tua coragem, para o encontro do nosso próprio ser.
Daí-nos um roteiro de esperança e triunfo.
Erradicai a pobreza dos nossos sentimentos, orienta-nos para a verdade, dentro do caminho de devoção ao supremo doador.
Encoraja-nos senhora dos raios, para que nossa própria mente, siga uma só direção: amar a Olorum.
Êparrei Iansã!”